Malabarismo Organizacional

Um blog destinado a futuros administadores, onde será possivel encontar muitas novidades do meio empresarial,

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

O que é violência contra a mulher?

Na definição da Convenção de Belém do Pará (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, adotada pela OEA em 1994), a violência contra a mulher é “qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”.

“A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres…”

Declaração sobre a Eliminação da Violência contra as Mulheres, Resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas, dezembro de 1993.

A Conferência das Nações Unidas sobre Direitos Humanos (Viena, 1993) reconheceu formalmente a violência contra as mulheres como uma violação aos direitos humanos. Desde então, os governos dos países-membros da ONU e as organizações da sociedade civil têm trabalhado para a eliminação desse tipo de violência, que já é reconhecido também como um grave problema de saúde pública.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), “as conseqüências do abuso são profundas, indo além da saúde e da felicidade individual e afetando o bem-estar de comunidades inteiras.”

De onde vem a violência contra a mulher?

Ela acontece porque em nossa sociedade muita gente ainda acha que o melhor jeito de resolver um conflito é a violência e que os homens são mais fortes e superiores às mulheres. É assim que, muitas vezes, os maridos, namorados, pais, irmãos, chefes e outros homens acham que têm o direito de impor suas vontades às mulheres.

Embora muitas vezes o álcool, drogas ilegais e ciúmes sejam apontados como fatores que desencadeiam a violência contra a mulher, na raiz de tudo está a maneira como a sociedade dá mais valor ao papel masculino, o que por sua vez se reflete na forma de educar os meninos e as meninas. Enquanto os meninos são incentivados a valorizar a agressividade, a força física, a ação, a dominação e a satisfazer seus desejos, inclusive os sexuais, as meninas são valorizadas pela beleza, delicadeza, sedução, submissão, dependência, sentimentalismo, passividade e o cuidado com os outros.

Por que muitas mulheres sofrem caladas?

Estima-se que mais da metade das mulheres agredidas sofram caladas e não peçam ajuda. Para elas é difícil dar um basta naquela situação. Muitas sentem vergonha ou dependem emocionalmente ou financeiramente do agressor; outras acham que “foi só daquela vez” ou que, no fundo, são elas as culpadas pela violência; outras não falam nada por causa dos filhos, porque têm medo de apanhar ainda mais ou porque não querem prejudicar o agressor, que pode ser preso ou condenado socialmente. E ainda tem também aquela idéia do “ruim com ele, pior sem ele”.

Muitas se sentem sozinhas, com medo e vergonha. Quando pedem ajuda, em geral, é para outra mulher da família, como a mãe ou irmã, ou então alguma amiga próxima, vizinha ou colega de trabalho. Já o número de mulheres que recorrem à polícia é ainda menor. Isso acontece principalmente no caso de ameaça com arma de fogo, depois de espancamentos com fraturas ou cortes e ameaças aos filhos.

O que pode ser feito?

As mulheres que sofrem violência podem procurar qualquer delegacia, mas é preferível que elas vão às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher (DDM). Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.

A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados Especiais, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e em organizações de mulheres.

Como funciona a denúncia

Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.

Dependendo do tipo de crime, a mulher pode precisar ou não de um advogado para entrar com uma ação na Justiça. Se ela não tiver dinheiro, o Estado pode nomear um advogado ou advogada para defendê-la.

Muitas vezes a mulher se arrepende e desiste de levar a ação adiante.

Em alguns casos, a mulher pode ainda pedir indenização pelos prejuízos sofridos. Para isso, ela deve procurar a Promotoria de Direitos Constitucionais e Reparação de Danos.

Comentário por Tatiane Noronha:  Publicação muito importante para todas as mulheres que devem estar informadas sobre os seus direitos, para estarem cientes de  como se defender de possiveis agressões.

A mulher e o mercado de trabalho no Brasil globalizado

Por Ana Francisca Moreira de Souza Sanden *

Publicado em 09/09/2005 - 00:01

1. Participação das mulheres no mercado de trabalho 

Não há dúvida de que as mulheres representam hoje no Brasil uma parcela significativa do mercado de trabalho. Na maior metrópole do nosso país, São Paulo, segundo dados do DIEESE, a taxa de participação feminina no mercado de trabalho cresceu 8,9%, enquanto a masculina caiu 3,6%, isto no período de 1989 a 1996. 

Cabe então perguntar se o mercado de trabalho estaria crescendo na região e atraindo as mulheres com ofertas de muitos e bons empregos ou se a elevação da participação feminina estaria relacionada à deterioração da renda e à necessidade de contribuir para a sobrevivência da família. Outra pergunta que se faz é se o lugar oferecido à mulher no mercado de trabalho está sujeito às mesmas condições que aquele oferecido ao gênero masculino. 

2. A mulher e o mercado de trabalho no Brasil

Os indicadores de desemprego no período estudado na região de São Paulo dizem que o aumento do desemprego se deu em razão da menor capacidade do mercado de trabalho da Grande São Paulo para gerar postos em quantidades suficientes e no ritmo necessário para incorporar toda a população disponível para trabalhar. As mulheres apresentaram taxas de desemprego bastante superiores às registradas nas mesmas faixas etárias para os homens, exceto para os segmentos considerados não reprodutivos (menores de 15 anos ou com 40 e mais anos) em que são bastante similares às registradas para os homens das mesmas idades. Este último dado indica que há discriminação de gênero e ela está associada à gestação e à criação de filhos, responsabilidade que na nossa sociedade é quase que exclusiva das mulheres. Há ainda outros dados que indicam claramente a desigualdade da mulher no mercado de trabalho em São Paulo. Em relação às condições de trabalho, verificou-se que o padrão de ocupação das mulheres no mercado de trabalho regional é muito mais frágil que o observado para o tipo de contratação do trabalhador do sexo masculino. Quanto à função exercida em 1996, a proporção de mulheres que desempenham funções não qualificadas na execução é mais que o dobro da observada entre os homens. Quanto ao rendimento médio das mulheres no mesmo ano, correspondia a 60% do obtido pelos homens. A pesquisa constatou que as diferenças de rendimentos entre homens e mulheres existem em todos os setores da atividade econômica, inclusive por posição na ocupação e em grupos de ocupações semelhantes. 

A posição da mulher no mercado de trabalho não é muito diferente em outras regiões do Brasil. Para exemplificar, há um estudo sobre o Comércio de Santa Catarina que trata da questão da desigualdade de gênero na perspectiva da reestruturação tecnológica do comércio local e da evolução do emprego na região. A conclusão foi de que está havendo um processo de “feminização” de amplos ramos e grupos de ocupações do comércio de Santa Catarina pela incorporação de mulheres com nível de escolaridade mais alto e com maior exploração desta força de trabalho. A atuação dos sindicatos contra a discriminação da mulher no trabalho tem sido insuficiente e, ainda, as pautas de reivindicações não revelam nada de significativo nesta direção, salvo algumas cláusulas sobre a mãe comerciaria e, em poucos casos, contra a discriminação salarial. 

A questão da desigualdade do trabalho feminino deve ser vista no contexto geral do mercado de trabalho no mundo e, em particular, do mercado de trabalho no Brasil. A rigor, o debate deveria incluir o exame de outras esferas da vida social como o ambiente doméstico, político e institucional ? esferas da vida pública e privada. Afinal, o mundo do trabalho expressa e realiza o modo como uma determinada sociedade reparte a riqueza entre trabalhadores e empregadores. 

Comentário Por tatiane Noronha: Este artigo é muito importante , pois ralata o impacto da presença feminina dentro do mercado globalizado quem avançado a paços largos. A mulher hoje já não aceita viver a sombra dos homens, mas refletem luz própria, já pereceberam que pode conquistar o que quiser, mesmo com o entrave do quadro de salários mais baixos, mas isso é uma outra batalha a vencer.

A difícil arte de conviver bem

  Muitos são os desafios a serem vencidos rumo ao sucesso profissional mas um deles em especial, será perene durante toda nossa trajetória: a boa convivência com os colegas de trabalho.
     Existem pessoas que conseguem este convívio agradável com todos mas para outras é um pesadelo e uma dificuldade muito grande. Quando alguém tem as caracterísitcas inerentes aos vencedores, às pessoas bem sucedidas, normalmente desagrada muito certos colegas de trabalho  e isso é um problema pois a boa convivência é fundamental para quem quer ter sucesso.
      É possível conviver bem com qualquer pessoa. Para isto é só seguir estas dicas:


 * Não conte sua vida pessoal para todos os colegas,
 * Evite saber e fazer fofocas no trabalho,
 * Não julgue ninguém,
 * Se puder ajude, quem quer que seja,
 * Cumprimente a todos, sem distinção,
 * Dê atenção às pessoas, independente do cargo que ocupam,
 * Não repare nos outros- viva sua vida, faça seu trabalho e evite reparar nos demais.     É preciso disciplinar-se para agir assim, porém o resultado é altamente compensador, tornando o ambiente de trabalho  melhor, mais agradável e propício à produtividade.
 
 

COMENTÁRIO:    Atualmente as boas relações no ambiente de trabalho é fundamental para a permanência de um funcionário nas organizações. O texto a Difícil arte de conviver bem traz dicas muito boas a este respeito. (Tatiane Noronha)

Deveres dos pais - fique de olho!

Ouvir, construindo relações positivas!

Ouvir - construindo relações positivas
 
Conversa de Cotonetes

Hoje falaremos um pouco da importância de saber ouvir. Sempre falamos que temos duas orelhas e uma boca, uma vez que necessitamos ouvir mais do que falar (ditado popular). Não que falar seja ruim, errado é falar demais, assim como não saber ouvir, dessa forma ouvir e falar nos remete a comunicação.

Quando falamos de comunicação pensamos em pessoas falando, porém mais importante que isso é saber ouvir o que está, como e por que está sendo dito. É pôr-se no lugar de outrem, é respeitar e confiar, daí a importância desta ação na construção de relações positivas.

Ouvir e escutar tem uma leve distinção. O ato de ouvir necessita da atenção, da percepção de quem está ouvindo. Normalmente começamos a ouvir o que os outros nos dizem, mas nos perdemos no caminho, hora pensando em estratégias de reverter aquela situação, hora apenas evadindo-se mentalmente do local por alguma interferência externa ou ainda um problema pessoal. Isto é um ato inconsciente, mas que pode ser identificado e controlado com muita concentração.

Se alguém chega em casa e lhe conta que teve um dia cansativo, você responde logo que também está com sono, porque várias coisas ocorreram no seu dia. Você não ouviu aquele ser, simplesmente justificou-se e criou uma barreira. Estas atitudes, quando tornam-se rotineiras, iniciam um processo de crise, seja nas famílias, nos grupos de estudo, amigos ou trabalho. Fato é que a falta de comunicação cria atritos e causa por diversas vezes a ruína de relacionamentos até então sólidos. Normalmente não percebemos a tempo que estes problemas ocorrem, percebendo-os somente quando tomam proporções difíceis de serem resolvidas.

A melhor forma de resolver problemas desta natureza é começar uma revolução interna, mudando nossas atitudes e comportamentos, sendo sinceros com nossos próximos e pedindo atenção verdadeira, bem como dando atenção àqueles que nos vem.

Nesta era tão atribulada onde a busca do desenvolvimento profissional e técnico é tão intensa, onde somos sugados o tempo todo e não temos mais momentos claros de reflexão e interação com segundos, pois pomos sempre nossos anseios de atingir nossos objetivos em primeiro lugar, esquecemos que o mais importante é construir relações. Relações estas que certamente resultarão em diversas oportunidades, sejam financeiras, sociais, sentimentais ou profissionais, sem contar que estaremos adquirindo mais uma característica de liderança: o respeito e admiração. Líderes são admirados, principalmente, pelo fato de dar atenção e valorizar seus liderados, por ouvi-los e respeitá-los, numa esfera de confiança mútua. Os lideres aprendem que gerir sentimentos e conflitos é base do sucesso coletivo e que de forma coesa poderão atingir os objetivos que traçam. Isto nos relembra a questão do trabalho em equipe, que será abordado em uma outra oportunidade.

Agradeço a atenção de vocês, e lembrem-se, ouçam, mas ouçam com atenção e saibam falar somente quando necessário e aquilo que possa contribuir, melhorar o que já existe.

Silvio de Oliveira
JCI Medianeira

COMENTÁRIOS POR Tatiane Noronha:

Uma boa comunicação se faz através do ouvir. Prestar atenção nas mensagens que nos são emitidas , seja em caráter profissional ou pessoal, é muito importante para construir relações. No âmbito profissional é um passo fundamental para administar os conflitos e driblhar as multiplas situações do cotidiano.

A difícil arte de conviver bem.

    Muitos são os desafios a serem vencidos rumo ao sucesso profissional mas um deles em especial, será perene durante toda nossa trajetória: a boa convivência com os colegas de trabalho.
     Existem pessoas que conseguem este convívio agradável com todos mas para outras é um pesadelo e uma dificuldade muito grande. Quando alguém tem as caracterísitcas inerentes aos vencedores, às pessoas bem sucedidas, normalmente desagrada muito certos colegas de trabalho  e isso é um problema pois a boa convivência é fundamental para quem quer ter sucesso.
      É possível conviver bem com qualquer pessoa. Para isto é só seguir estas dicas:


 * Não conte sua vida pessoal para todos os colegas,
 * Evite saber e fazer fofocas no trabalho,
 * Não julgue ninguém,
 * Se puder ajude, quem quer que seja,
 * Cumprimente a todos, sem distinção,
 * Dê atenção às pessoas, independente do cargo que ocupam,
 * Não repare nos outros- viva sua vida, faça seu trabalho e evite reparar nos demais.     É preciso disciplinar-se para agir assim, porém o resultado é altamente compensador, tornando o ambiente de trabalho  melhor, mais agradável e propício à produtividade.
 
  

COMENTÁRIO:    Atualmente as boas relações no ambiente de trabalho é fundamental para a permanência de um funcionário nas organizações. O texto a Difícil arte de conviver bem traz dicas muito boas a este respeito. (Tatiane Noronha)

10 super dicas para quem precisa fazer uma apresentação!!

Por Equipe Palestrarte 1. Escreva sua própria introdução. Provavelmente
outra pessoa estará fazendo a sua apresentação inicial ao público (ex.
mestre de cerimônias). Use suas palavras, seja breve, e dê ênfase a suas
credenciais.

2. Saiba quem é seu público. Certifique-se de quem estará na audiência, os
motivos que os levaram até lá, e porque escolheram você para falar..

3. Verifique o ambiente. Chegue ao local do evento mais cedo e vá se
familiarizando com o ambiente. Verifique o microfone, iluminação,
equipamento de áudio/vídeo e qualquer outro fator que possa influir em sua
apresentação. Converse com a audiência à medida que vão chegando, essa é uma
grande oportunidade de criar empatia e atrair seu público.

4. Comece com vigor. Os 30 segundos iniciais causam o maior impacto. Não
perca esses preciosos segundos com “Senhoras e Senhores” ou a previsão do
tempo. Comece com uma afirmação surpreendente, uma citação ou estória.

5. Utilize o humor com cautela. Não inicie com uma piada, a não ser que você
seja brilhante nesta arte. Se você falhar, irá perder toda a credibilidade.
E se a parte engraçada for só no início, quando você ficar sério, a platéia
vai ficar decepcionada.

6. Limite seus tópicos. Se você tem apenas 30 minutos para passar sua
mensagem, não espere poder contar tudo que sabe para a platéia. Escolha dois
ou três pontos mais importantes. Incremente seus pontos com uma história ou
exemplos.

7. Estruture sua informação. Tanto você, quanto sua audiência, irão lembrar
melhor seus pontos se você tiver um resumo claro de suas idéias. Por
exemplo, comece falando : “Essas são as cinco perguntas mais freqüentes que
me fazem”. A declaração dos “Alcoólicos Anônimos” consiste em um ótimo
exemplo de perfeita estruturação: “Eu era assim” - “Fiquei assim” - “Essa é
maneira como cheguei lá” (Uma idéia é começar por onde você está hoje, como
chegou lá e dizer como era, fazendo o contraste.)

8. Utilize textos para distribuição. Se sua apresentação envolve dados
analíticos e estatísticos , coloque-os em um material impresso e distribua
para a audiência, de maneira que eles possam consultar durante a
apresentação. Se você ficar lendo uma quantidade indefinida de números, sua
audiência ficará entediada. São as histórias que tornam uma palestra
memorável e intensa.

9.Não leia seu discurso. Olhe a sua audiência nos olhos. Escreva
palavras-chave ou afirmações para que você possa recorrer em momentos
estratégicos, mas fale de maneira espontânea, mantendo contato visual.
Pratique com um gravador ou em frente a amigos e familiares. Após cada
ponto, pergunte para você mesmo : “A quem isso interessa?” Se a resposta for
ninguém, omita.

10. Termine com vigor. Escreva uma declaração final forte e memorável ou um
dê um exemplo vívido. Decore-a, de maneira que não importa o que aconteça,
você poderá sempre se lembrar dela. Quando for a hora, utilize sua fala
final direto para a audiência, e espere os aplausos.

COMENTÁRIO Por Tatiane Noronha: Texto muito interessante, com dicas que podem ajudar a vencer a tensão de uma apresentação, entretanto nunca devemos esquecer algo muito importante, no momento da apresentação você é a única pessoa que está interada do assunto, niguém mas sabe, só você estudou, pesquisou e bebeu da fonte do assunto, portanto confie em si mesmo e siga em frente!!

Cleber Machado - Motivação

METAS E OBJETIVOS

METAS E OBJETIVOS
Quando você quer atingir objetivos, sensatamente, você tem passos específicos a dar:

1º- Você já sabe quais são os objetivos para esse ano a serem atingidos? Sabe? Ótimo. É meio caminho andado.

2º - Continue andando.

3º - O que tenho que fazer para conseguir o que quero, ou seja, atingir meus objetivos?

- Já colocou sua meta por escrito? Está no papel ou só passou pela sua cabeça?

Quando você escreve, data, etc., há uma magia que, aliada a alguns toques, é despertada. Então os seus objetivos vão para um imã que os mantém ligados até acontecerem. Mas, para isso, a corrente precisa ser alimentada e a energia tem que ser positiva. Nada de não tenho tempo ou de amanhã vou fazer. É agora.

Foco naquilo que é meta. Veja o que é preciso fazer, que antes não percebeu. Essa força positiva fará você enxergar além do que normalmente você vê. Sinta também se a velocidade que está usando é a correta! E tem que estar no caminho certo. De nada adiantará estar motivado, na velocidade correta, mas percorrendo o caminho errado.

Quando você anda, sente a voz do seu coração?

Quando a gente está por inteiro, o coração fala. E é preciso saber escutá-lo. Pessoas especiais ouvem a voz, a canção de vencedor que vem do coração.

Há que se ter cuidado para viajar. Ainda mais se a estrada for longa e você ficar sabendo que ela leva da dor ao prazer, da criação à destruição. Então você vai para a estrada do prazer ou da destruição, conforme você escolher. E vai decidir de acordo com sua crença. A estrada é a mesma. A crença que é diferente e que acaba sendo a sua visão de mundo. Mudando a crença, você muda o mundo. Melhorando a crença, você melhora o mundo em que vive.

Sai da dor e vai para o prazer.

Nas suas metas para o próximo ano só tem o que normalmente você consegue, ou você foi além e quer se superar?

Os vencedores estabelecem novos patamares dentro do possível, sem serem acomodados.

Nesse planejamento você incluiu algum aprendizado novo, treinamento, alguma evolução? Pessoas bem sucedidas sempre aprendem mais.

Aquilo que você pratica está afinado com a ecologia? Se está, siga em frente. Se não está, afine, corrija a rota, reveja o projeto. Quem, ao caminhar no terreno, não preservar tudo isso, estará destruindo pontes que levam ao futuro. E você, inteligentemente não vai encurtar caminhos cujo preço outros tenham que pagar.

Prudente também é lembrar que a única coisa permanente é a impermanência. Freud nos ensina que “Modificações fazem parte da jornada de vencedor.” E, mesmo sendo de carne, muitas vezes a gente precisa ser de ferro.

“Mudando a sua crença, você muda o mundo”
Professor Cléber Machado
Conferencista Motivacional

Advogado responde a perguntas sobre a ‘lei seca’ para motoristas

Lei 11.705 proíbe consumo de bebida alcoólica por condutores de veículos.
Infratores pagarão multa de R$ 955 e perderão carteira de motorista por 12 meses.

Em chat realizado na tarde desta sexta-feira (27), no G1, o advogado Antônio Carlos de Oliveira Freitas, da Luchesi advogados, respondeu a perguntas sobre a nova Lei 11.705, aprovada na sexta-feira (20). A lei altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e deve provocar uma mudança de hábitos da população brasileira.

 

De acordo com a resolução, o consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica por condutores de veículos está proibido. Antes, era permitida a ingestão de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue (o equivalente a dois copos de cerveja). Quem for pego dirigindo depois de beber, além da multa de R$ 955, vai perder a carteira de motorista por 12 meses.

 Confira abaixo as perguntas e respostas:

1 - A perda da carteira será automática, caso o motorista esteja “fora da lei”?

Sim, esta é uma das penalidades possíveis. Há também a multa e a suspensão do direito de dirigir durante um ano. No caso, seria uma infração gravíssima com perda de 7 pontos da carteira.
               

2 - Como fica a questão da fiscalização? As polícias rodoviárias estão equipadas com bafômetros em todos os postos?

É uma boa pergunta. Precisamos nos estruturar. A falta de estrutura de fiscalização é um grande empecilho. Outros problemas tão graves quanto esse são a falta de infra-estrutura rodoviária e a falta de cuidados com as estradas que deveriam receber uma atenção bem maior por parte do poder público.

 

3 - O que acontecerá se o motorista se recusar a fazer o exame do bafômetro e depois entrar com um processo na Justiça, alegando que não estava bêbado?
Certamente é um ponto polêmico e irá suscitar ações junto ao Supremo Tribunal Federal. A nossa Constituição prevê que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Isso vai gerar muita discussão e muita polêmica.

 

4 - O motorista pode se recusar a fazer o teste com o bafômetro sob a justificativa de que, pela legislação brasileira, ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo?
A lei tenta deixar de lado este princípio. O grande problema que existirá será em outros casos, como o de consumo de produtos alucinógenos e casos de pouco consumo, que não fique visível no teste.

 

5 - Esse tipo de lei com tolerância zero é aplicado em algum outro país? Dá certo?
Eu não lembro de nenhum país na Europa que tenha tolerância zero e mesmo assim funciona. Mas há um problema no Brasil, que é querer se espelhar em outros países. Estas questões devem antes passar por uma evolução cultural e até mesmo de educação. Não devemos nos pautar por outros países.
6 - Os policiais podem obrigar o motorista a realizar exames de sangue, caso não exista bafômetro no posto? 
É a tentativa que a lei faz. Mas muitas vezes não haverá o equipamento necessário, pois custa caro.

 

7 - Se a pessoa estiver visivelmente bêbada e não quiser fazer o teste do bafômetro, ela pode ser presa? Qual a penalidade para essa recusa? 
Pode ser presa sim, a lei prevê isso. Vai depender da interpretação da autoridade no local. E a penalidade é multa, suspensão durante um ano e perda de sete pontos na carteira de habilitação.

 

8 - Li que, além do bafômetro, os agentes federais poderão usar outros tipos de provas para penalizar o motorista. O senhor poderia dizer que tipo de provas são essas? 
Exame de sangue.

 

9 - Haverá alguma forma de não aumentar o índice de suborno à vigilância? Isso vai tornar o trânsito ainda mais perigoso?
Acho muito precipitada esta análise. Partir para um juízo de valor desse tipo é complicado.

 

10 - Em caso de apreensão da carteira, um ano após deveremos fazer novo exame para obter a CNH? 
É uma suspensão. Depois de um ano se está novamente habilitado a dirigir, sem novo exame para obter a CNH.

 

11 - Se eu tiver tomado três cervejas e meus reflexos em perfeitas condições, ainda assim serei multado? 
Se você consumiu álcool. Pela lei, cometeu um crime e a punição é a mesma.